setembro 13, 2005

direito de legítima defesa

Comércio de armas: deputados mineiros lançam frente pelo direito de legítima defesa Mesmo se não gostar de armas e nunca pretender usar uma em toda a vida, qualquer pessoa tem o direito de escolher se quer ou não ter uma, desde que seja legalmente. É com esta premissa que foi lançada na tarde desta terça-feira, na Assembléia Legislativa de Minas, a Frente Parlamentar pelo Direito da Legítima Defesa. Até o dia 3 de outubro, será distribuída uma cartilha com informações explicando o porquê do voto a favor do comércio de armas e munição no referendo de 23 de outubro. Deputado Sargento Rodrigues: "o pacto pela paz deve ser feito, mas depois que o País tiver um sistema de justiça que garanta segurança ao cidadão". O deputado alega que a Lei nº 10.826, de 2003, já é rigorosa e severa o bastante para inibir o comércio. "Se formos até as casas de armas e munições da Capital e perguntarmos quais foram as últimas armas e munições vendidas, nós nos certificaremos de que a venda caiu bruscamente após a edição da nova lei", afirma, referindo-se ao Estatuto do Desarmamento. A frente está se preparando para o Ciclo de Debates que será aberto ao público e transmitido ao vivo pela TV Minas na manhã do dia 3. Portal Uai
eu voto 'não'

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