setembro 13, 2005

greve de fome

Mais 39 detentos aderiram à greve de fome na carceragem de Guantánamo, elevando a 128 o total de prisioneiros nessas condições, admitiu nesta terça-feira o capitão John Adams. Dezoito prisioneiros foram hospitalizados, dos quais 13 estão sendo alimentados à força com a ajuda de tubos, prosseguiu Adams. Os outros cinco estão recebendo fluidos intravenosos. Guantánamo abriga mais de 500 estrangeiros procedentes de cerca de 40 países. Eles são mantidos na prisão pelos EUA porque são considerados suspeitos de “terrorismo”. A maioria está em Guantánamo há mais de três anos, sem acusações pendentes, nem acesso a advogados. Grupos de defesa dos direitos dos detentos disseram que eles iniciaram a greve de fome em protesto porque o Exército dos EUA não cumpriu as promessas referentes às condições de detenção e de falta de acesso à justiça. portal uai

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