julho 21, 2007

O PUM da GLOBO

Copiei do blog Abobrinhas:
Vergonha Nacional Não resisti a tanta abobrinha e enviei a seguinte mensagem via Internet ao Jornal Nacional, da rede Globo: Lamentável o enfoque escolhido pelo JN na "cobertura" do acidente da TAM: seja qual for a via - a de ataque ao governo ou à empresa TAM - fica notória a exploração jornalística e sensacionalista do triste acidente. Por que ofuscar o PAN, o evento não rendeu noticiário bombástico como imaginaram? Pois o que a Rede Globo tem demonstrado à população é que o esporte não é tão importante assim, ao contrário do que dizem as frases de efeito usadas nas campanhas promocionais da emissora. Ao jogarem tanta lama na vida pública, buscando até mesmo momentos de vida privada das pessoas públicas, jogam toda a nossa trajetória política numa profunda e infecunda privada. Senti uma imensa vergonha, nestes últimos dias, de ter em meu país uma emissora capaz de tal. Parafraseando aquele poema de Bandeira: "Vou-me embora para Caracas..."
Mensagem enviada às 20H54min de 20/07/2007

julho 19, 2007

Leiam e divulguem:

Precisamos impedir um desastre. Imaginem um lugar onde se pode ler, gratuitamente, as obras de Machado de Assis, ou A Divina Comédia, ou ter acesso às melhores historinhas infantis de todos os tempos. Um lugar que lhe mostrasse as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci. Onde você pudesse escutar músicas em MP3 de alta qualidade. Pois esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:
Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta desgraça, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

julho 10, 2007

convite

Visitem minha Galeria Particular e apreciem a exposição de Oratórios Barrocos.
Aceito encomendas

julho 03, 2007

Manifesto Intelectuais

Caros Amigos, Tem um abaixo assinado com dezenas de intelectuais, professores universitários, artistas etc. que surgiu no IUPERJ no Rio e está ganhando rapidamente adesão. Mando o Manifesto e as assinaturas, o endereço está aqui abaixo. http://www.redecontraviolencia.org/Artigos/148.html Chega de Massacres Nota enviada por professores universitários, pesquisadores, acadêmicos em geral, se posicionando em relação à política encaminhada pelo governo do estado no Morro do Alemão nos últimos dois meses com vistas a combater o tráfico de drogas. Para assinar esta nota, envie uma mensagem para
informando seus dados (nome e instituição/movimento/ONG). No campo ‘assunto’, preencha ‘Chega de Massacres’. Nós, abaixo-assinados, consideramos inaceitável a política encaminhada pelo governo do estado no Morro do Alemão nos últimos dois meses com vistas a combater o tráfico de drogas. Esta política, que recentemente produziu mais de vinte mortes de homens, mulheres e crianças, desconsidera os direitos elementares da população. Desconsidera a obrigação de se respeitar a presunção de inocência daqueles que são alvos de tiros dados para matar. Desconsidera que não há pena de morte no nosso país. Esta ausência de proteção aos moradores das regiões da cidade mais afetados pelo tráfico implica uma política de extermínio de uma população desarmada. Somos solidários a esta população que reclama paz porque quer viver em segurança: nem sob o despotismo do tráfico, nem sob a violência da polícia. Se se tratasse de uma guerra, como declaram frequentemente as autoridades estaduais, esta deveria, ao menos, obedecer à Convenção de Genebra, fazendo uma diferenciação clara entre alvos militares e a população civil. Portanto, mesmo nesta absurda hipótese, o ataque indiscriminado a alvos mal especificados num espaço densamente habitado configura uma ação ilegal e criminosa contra seus habitantes. Queremos afirmar a nossa indignação e a nossa revolta diante desta modalidade de combate ao crime posta em prática pelo atual governo. Sua eleição não lhe faculta determinar pela força das armas quem pode viver ou morrer nas favelas e periferias urbanas. Protestamos veementemente e exigimos que o governo do estado suspenda o que entendemos como a oficialização de uma política de extermínio no Rio de Janeiro. Quanto ao que já ocorreu, exigimos transparência: que sejam fornecidos dados sobre as vítimas e investigadas as responsabilidades pelas mortes e ferimentos ocasionados pelas «operações» policiais. Admitimos aque a proximidade do PAN pode exigir planos de segurança especiais para a cidade. O que no entanto não justifica o que parecem ser, cada vez mais, massacres organizados.