dezembro 31, 2009

Prognóstico para 2010



Um painel de jornalistas do diário britânico Financial Times escolhido para fazer previsões sobre 2010 vê o Brasil como favorito para vencer a Copa do Mundo de futebol, na África do Sul, e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, favorita nas eleições presidenciais brasileiras.


Fonte: portal UAI
 
SERÁ?

Perspectiva 2010: será que acende?



Retrospectiva 2009




CORDEL PARA LULA*


Lula, nosso Presidente

Em seu primeiro mandato,

Já foi líder dirigente

De importante Sindicato.


Enfrentou a Ditadura,

Enfrentou Revolução.

Tudo mudou de figura,

Depois de sua eleição.

***

Sendo agora o Presidente,

Com gente boa ao seu lado,

Neste seu novo batente

Pode fazer um bocado...

Sua firme decisão,

Pode mudar o Brasil,

Dando a essa geração

Um novo e belo perfil.

***

Reforma agrária urgente,

Pro latifúndio acabar,

Dando a Terra a esta gente

Que luta pra trabalhar.

E encarar os Credores

Com firmeza e prontidão,

Sem precisar de favores.

Chega de exploração!

***

Com boa Diplomacia,

Viajando ao Exterior,

Procure mais parceria

Pra um futuro promissor.

Siga em frente, Companheiro

Pra fazer sua mudança,

Pra que cada Brasileiro

Acredite na Esperança.

***
© d’aguinaga


*Publicado no meu blog em Novembro 17, 2005


Retrospectiva 2009

Lula sobreviveu à 'Marolinha'




32º Salão Internacional de Humor – 2005 Piracicaba 2º Lugar - Charge Osmani Simanca Salvador – BA

dezembro 20, 2009

retorno


Estava com saudade de postar em minha Caixa Preta. Foram tantas as emoçôes neste ano impar de 2009!
Sendo época de Natal e de mudança para um Novo Ano, deixo aqui uma sugestão de presentes: Livros!

Comprei em uma banca de saldos uma jóia: Na Trilha de Adão. Excelente leitura nestes tempos de COP 15.

Fica a sugestão.

Vou usar a Caixa Preta para resenhas dos livros que li.


boas festas e boas leituras

junho 25, 2009

adeus

Cause this is thriller Thriller night And no one's gonna save you From the beast about to strike You know it's thriller Thriller night You're fighting for your life Inside a killer Thriller tonight, yeah

abril 19, 2009

Ela é o Cara!

Prostituta Gabriela Leite defende sua profissão

Ela luta para melhorar as condições de vida das colegas e lança livro para enfrentar o preconceito contra o ofício mais antigo do mundo

Ailton Magioli - EM Cultura

Bruno Veiga/Divulgação

Ela adora homem. “Sexo sempre foi prioridade na minha vida”, avisa. Gosta de falar o que pensa e de preservar a liberdade, acima de tudo. Autora de Filha, mãe, avó e puta – A história de uma mulher que decidiu ser prostituta (Objetiva), a paulistana Gabriela Leite, de 58 anos, vai direto ao assunto e leva o leitor, com clareza e objetividade, a seu mundo “proibido”. Ex-estudante de filosofia e sociologia da Universidade de São Paulo (USP), foi na Boca do Lixo que Gabriela enfrentou os próprios preconceitos ao decidir se prostituir, aos 22 anos. Trabalhou no Rio de Janeiro, onde atualmente administra a organização não governamental Davida e a grife de roupas Daspu, e em Belo Horizonte.

Nos anos 1980, Gabriela atuou na zona boêmia da capital mineira, nos hotéis Lírio e Catete. Comparada à holandesa Amsterdã por manter hoteizinhos de programa em pleno Centro, BH atrai Gabriela até hoje. “Adoro a cidade, a zona boêmia é uma região muito aprazível para trabalhar, por se tratar de uma rua aberta em que há todo tipo de comércio”, elogia. Ela revela que seu livro enfrentou a ira de alguns belo-horizontinos, por dizer que as transas por aqui são “bem rapidinhas”.

Mãe de duas filhas e avó, desde 1991 ela vive com o jornalista Flávio Lenz, de 56 anos. Gabriela é a defensora das prostitutas brasileiras e latino-americanas. “Decidi escrever o livro porque, além de comum, minha vida é complexa como todas as outras”, diz. Depois de militar no PT carioca, acabou desistindo da carreira. “Ninguém é perfeito, eu já fui petista”, afirma, convicta de que a sua militância passa longe dos partidos. No caso dela, remonta a 1979, quando o delegado Wilson Rizzetti, ligado ao odiado Sérgio Fleury, começou a perseguir prostitutas, na Boca do Lixo paulistana, e sumiu com algumas delas. Gabriela também está à frente da Rede Latino-Caribenha de Trabalhadoras do Sexo (Retrasex).

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Sérgio Maggio relata os sonhos perdidos das cafetinas

Sua história é surpreendente, porque a senhora chegou à prostituição depois de uma decisão longamente amadurecida. Como isso se deu?

É, conheço muita gente que chega à prostituição com uma decisão assim, amadurecida. As pessoas encontraram definição para uma questão complexa. A antiga imagem de prostituta é a da mulher que não gosta de trabalhar, de sem-vergonha. Fora a ideia de que as pessoas são levadas por conta da questão social. Acaba ficando só nisso.

Como resolveu a questão em família?

Em se tratando de família, tudo é difícil. Principalmente quando se faz uma opção como a minha. Eu já tinha uma relação conflitante, queria a liberdade que minha mãe achava que não deveria ter. Então, foram muitos altos e baixos, mas hoje convivemos muito bem. Somos uma família de mulheres. Escrever o livro me fez reconciliar internamente com a minha mãe. Ela é uma mulher fortíssima, sempre quis o melhor para nós. Mas uma coisa eu digo: é difícil assumir a prostituição, por conta do estigma e do preconceito. Depois que você assume, as coisas se tornam mais fáceis. Duro é ter vida dupla.

O que leva uma pessoa à prostituição?

O que leva a qualquer outro trabalho. Fui porque gosto da noite, gosto da vida boêmia. Sou da geração da virada, fiquei jovem em plena revolução sexual, o que se deu com o advento da pílula anticoncepcional. Ficava ali, vendo as mulheres da Boate La Licorne, de São Paulo, chegando tarde da noite. Senti vontade de ter a mesma vida.

Mas não se trata de atividade de alto risco?

Viver é um risco, você sai na rua e já está se arriscando. Tem um pouco mais de risco do que outras profissões devido à escuridão e à marginalidade, por ser uma coisa escondida debaixo do tapete. Então, onde se proíbe algo, cria-se a máfia. Aí você tem a terra de ninguém, questão muito séria na prostituição. Principalmente na baixa prostituição. Os riscos são maiores. Mas a gente luta para mudar isso. Estou há quase 30 anos militando para mudar toda essa história.

Qual é a principal violência sofrida pelas prostitutas?

A policial, que é muito séria em algumas cidades. Mas já melhoramos muitíssimo. O fato mais importante é mostrar a cara e dizer: ‘Olha, nós existimos, não adianta tanta hipocrisia. Nós estamos aí’. Estamos fazendo o levantamento da violação dos direitos humanos da prostituta em 11 capitais do país. O que já vimos da pesquisa-piloto, no Rio, é que a maior violência é a policial, além, claro, da familiar, da marital e a da própria clientela. O problema da polícia é a corrupção. A prostituição é algo tolerado, pois as casas são proibidas. Para poder funcionar, os donos de hotel pagam para a polícia. A prostituta que está ali, como não tem a quem reclamar de nada – trata-se de terra de ninguém –, acaba vítima de violência. No interior, ainda é terrível.

A figura do cafetão ainda é forte?

As meninas costumam dizer que o serviço, hoje, é feito por cafetão de prato de comida, diante da quantidade de homens desempregados que estão ali. Antigamente, cafetões eram fortíssimos e fizeram história. Alguns tinham até 20 mulheres. Em São Paulo, um deles virou grande fazendeiro. Quando entrei no meio, já eram mais ou menos decadentes. Hoje não há mais aqueles fortões, há apenas caras que estão precisando de dinheiro e as bobas que dão dinheiro para eles.

E as cafetinas?

As cafetinas são os patrões, os donos do bordel. A gente quer colocar essa gente na regularidade da lei, para que pague todos os deveres para com as prostitutas. Elas ganham muito dinheiro com as meninas, sem qualquer vínculo trabalhista. Lutamos, por exemplo, por melhores condições higiênicas. A maioria das mulheres que trabalham em zona fala alto e gritando, pois a música altíssima causa problemas sérios de audição.

Fala-se muito da relação entre poder e prostituição. Volta e meia, vêm à tona escândalos envolvendo políticos e prostitutas. O que há de real nisso?

As altas casas de prostituição são frequentadas por políticos e por poderosos. Às vezes, as mulheres são contratadas para ir a festas. Então, acaba-se sabendo de histórias como a da famosa agenda daquela cafetina de Brasília. Em Bauru, no interior de São Paulo, havia uma cafetina cuja casa era frequentada por Juscelino Kubitschek. Os caras frequentam a prostituição, mas, quando chegam ao Congresso, não querem legislar em favor das prostitutas. Para se ter uma ideia, o programa mais barato no Café Photo, em São Paulo, custa de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil. Não é para qualquer um, concorda?

O que a senhora tem a dizer sobre o tráfico de mulheres?

Estamos discutindo essa questão na ONU. Estive em Washington há poucos dias para isso. Tráfico de seres humanos é uma coisa; prostituição é outra. Todos nós devemos lutar contra o tráfico. Já prostituição é outra questão, como a exploração sexual de crianças e adolescentes. Nós, prostitutas, podemos ajudar no combate a tudo isso, desde que as pessoas entendam que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Não adianta dizer que, em nome da luta contra o tráfico, vamos acabar com a prostituição. Isso é tapar o sol com a peneira.

E o turismo sexual?

Gostem ou não gostem as feministas, se todo mundo no Rio de Janeiro – camelô, garçom, dono de bar, dono de loja – ganha dinheiro com turismo em Copacabana, a prostituta também pode ganhar o seu.

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Portal UAI

Seção : Arte e Livros - 19/04/2009 08:26

abril 17, 2009

Ao vencedor ... as bananas!

TSE nega recurso e confirma cassação de Jackson Lago

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta quinta-feira a cassação do governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), e de seu vice, Luís Carlos Porto, e determinou que o governo seja imediatamente assumido pela senadora Roseana Sarney (PMDB), segunda colocada na eleição de 2006.

(...)

O julgamento desta noite não encerra a disputa pelo governo do Maranhão. Os advogados de Jackson Lago poderão recorrer ao STF questionando a perda do mandato. Há ainda uma ação do PSDB em tramitação no STF que pode ter repercussões sobre o governo maranhense. Nela, o partido contesta a interpretação do TSE de que, depois da cassação, o governo deve ser assumido pelo segundo colocado. Na maioria das vezes, o segundo colocado é rival do governador cassado. O partido quer que o STF diga que nessas situações deve ser realizada uma nova eleição.

(Portal Uai)

março 20, 2009

bingo

O STF aprovou ontem, por 10 votos a 1, a demarcação contínua da reserva indígena de Raposa Serra do Sol e fixou regras para as futuras demarcações na região, ordenando a retirada imediata de arrozeiros que ocupam áreas dentro da reserva. (portal uai)
recordar é viver: 16 de abril de 2005
Lula homologa Reserva Raposa Serra do Sol; índios comemoram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta sexta-feira (15) o decreto que homologa de forma contínua a terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Para o ministro da Justiça, Márcio Thomas Bastos, o decreto põe "ponto final" a um problema que se arrastava havia mais de 20 anos, produzindo inquietação na região, que fica na extremidade norte do país, fronteira com a Venezuela.

"Esse é um grande momento do governo, em que nós assinalamos a firme determinação de continuar a demarcar terras indígenas, e principalmente pacificar situações, para que até o final do mandato nós tenhamos em todos os estados as situações praticamente resolvidas", destacou Thomas Bastos.

"Uma vitória e um alívio"

As comunidades da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol já comemoram a homologação. Após receberem a posse definitiva da terra, as lideranças indígenas agora querem apoio do governo federal para garantir a segurança e o desenvolvimento da Reserva. A principal fonte de sustento das comunidades da Raposa é a agricultura. A pecuária e a piscicultura também são atividades importantes para os índios, que buscam parcerias de institutos e organizações da área agrícola e florestal.

DIREITOS INDÍGENAS

fevereiro 05, 2009

O cérebro não tem limites

José Ângelo Gaiarsa, psicanalista, pensador, educador, põe nas livrarias seu novo livro, Educação Familiar e Escolar para o Terceiro Milênio (Editora Ágora). O que esmiúça ali, Gaiarsa adianta para Caros Amigos no texto a seguir, em que ele flagra o método para fabricar crianças impotentes, incapazes e dependentes. Coisa que, diz ele, se vem fazendo há 10.000 anos.

Recolocando como ponto de partida o que já é mais que sabido: nos últimos 50 anos a humanidade vem passando por mais transformações do que as havidas em todo o resto de sua história – 10.000 anos! Mas as esclerosadas estruturas de poder, revitalizadas pela tecnologia, continuam a impedir que aconteça a tão necessária renovação, agora possível. Para evitá-la, nada melhor do que a matança dos inocentes (como foi feito de Herodes até hoje).

A pedagogia ignora dados importantes sobre o cérebro, tido desde sempre como o lugar da inteligência. Tem cabimento? No neonato o cérebro pesa tanto quanto 22% do peso do corpo (no adulto, pouco mais de 2%). A circulação cerebral é de início 3 vezes maior que a do adulto, depois duas, nivelando na adolescência.

Leia trecho na Caros Amigos

janeiro 31, 2009

hipocrisia

Autoridades do Rio criticam peça publicitária italiana

As imagens mostram modelos sendo abordadas de forma agressiva por PMs
Uma campanha publicitária da Relish, uma rede de roupas femininas da Itália, revoltou as autoridades municipais e estaduais do Rio. Espalhadas em outdoors pelas cidades de Milão, Bolonha e Nápoles, as imagens mostram modelos aparentemente estrangeiras sendo abordadas e revistadas de forma abusiva e agressiva por policiais militares fardados. Em uma das fotos, na Praia de Ipanema, um PM com a farda do 22º Batalhão de Polícia Militar (BPM) do complexo da Maré, na zona norte, coloca a mão por baixo da saia da modelo. Portal Uai

E estas imagens causam alguma revolta às autoridades?

janeiro 24, 2009

A Morte da modelo

A Moça Caetana a morte sertaneja
Ariano Suassuna
Com tema de Deborah Brennand
Eu vi a Morte, a moça Caetana, com o Manto negro, rubro e amarelo. Vi o inocente olhar, puro e perverso, e os dentes de Coral da desumana.
Eu vi o Estrago, o bote, o ardor cruel, os peitos fascinantes e esquisitos. Na mão direita, a Cobra cascavel, e na esquerda a Coral, rubi maldito.
Na fronte, uma coroa e o Gavião. Nas espáduas, as Asas deslumbrantes que, rufiando nas pedras do Sertão,
pairavam sobre Urtigas causticantes, caules de prata, espinhos estrelados e os cachos do meu Sangue iluminado.

Vá menina enfeitar o Paraíso!

foto: portal uai

janeiro 07, 2009

Parem! Parem!

Ofensiva israelense em Gaza matou 205 crianças
Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na Faixa de Gaza.
Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na Faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.
Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza: "Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.

Israel: Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da Faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos.
fontes: Portal UAI & MSN Notícias (BBC)