setembro 22, 2015

AO PÉ DO OUVIDO - cordel

  
Dona Dilma, em que enrascada
A senhora se meteu
Com esta base aliada
Seu projeto se perdeu;
Não ouviu o seu padrinho
Um estilo quis provar
Traçou seu próprio caminho
Que num buraco foi dar...
Por sempre bancar durona,
Teimosa e arrogante
Deixou o país na ‘lona’
Provocando um ‘tsunami’;
A trindade que a rodeia
Fala língua diferente
Mais imposto alardeia
Furando o bolso da gente;
Cortar gastos de custeio
Com gente inoperante
Talvez seja o melhor meio
De emagrecer o Gigante,
Por outro lado, El Congresso
Só olha o próprio umbigo:
O centro do Universo.
(O atual inimigo)
Toma lá - dá cá sempre foi
Um jeito de governar,
Mas agora esse ‘boi’
O carro não quer puxar.
E o ‘lava-jato’ insistente
Com seu ‘moro’ de atuar
Vai esticando a corrente
Sem prazo para acabar;
Prendeu chefinho e chefão,
Lobista e mensageiro;
Na lista da Delação
Todo mundo é companheiro;
Dona Dilma, que sufoco!
Como pode se safar?
Não faça ouvido mouco
E deixa o Lula mandar.










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