Direito e Literatura
Um trecho:
... quando um homem que nasceu para ser mercadoria descobre o
segredo das letras, ele não apenas lê o mundo; ele o reescreve. Eu não busquei a
lei por amor aos códigos empoeirados ou às perucas dos juízes. Busquei-a porque
precisava de um martelo para estraçalhar os cadeados.
Nestas páginas, não esperem a polidez dos salões. Aqui fala
o rábulo, o ex escravizado, o filho de Luísa Mahin. Vou lhes contar como
encontrei um rapaz baiano que transformava dor em rima, e como, entre um
tribunal e um sarau, nós dois decidimos que este país precisava, finalmente,
nascer.
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