Conteúdos da Caixa

março 28, 2024

gêmeos

  






Ping e Pong, gêmeos fraternos (bivitelinos ou dizigóticos).

 

Ping, a menina, tem cabelos crespos e loiros, Pong, o menino, tem cabelos pretos e lisos, a pele morena e olhos amendoados.

mãe e o pai dos gêmeos são brancos, ambos com cabelos crespos.

 

O nascimento de crianças diferentes entre si, causou um rebuliço na família. 

 

O pai das crianças foi o primeiro a se zangar, seguido pelo sogro.

 

A mãe, assustada, não conseguia entender e aceitar tal 'fenômeno'. Os gêmeos eram os primeiros filhos do casal.

 

Decidiram fazer o teste do DNA. O resultado do teste da menina confirmou a paternidade, o teste do menino resultou no contrário.

 

A conselho do médico plantonista do Posto de Saúde do bairro, o pai procurou o Hospital Maternidade onde a esposa deu à luz.

 

O hospital estava às voltas com o caso dos pais, também de gêmeos, considerados univitelinos (idênticos ou monozigóticos), que não reconheciam as crianças como seus filhos. Pois eram bastante diferentes entre si. O pai alegava a possível troca das crianças na Maternidade.

 

Resumindo a ópera

 

Os meninos foram realmente trocados. Porém, o mais triste, uns dos meninos, tinha um dos pés virado para dentro. Justamente o que seria o filho do primeiro casal (o irmãozinho da menina).

 

O drama teve início durante o tratamento pré-natal das mães, homônimas, Maria Alice e os pais Pedro Henrique, também homônimos.

 

Provavelmente ocorreu a troca dos documentos pertinentes ao pré-natal, culminando com a troca das crianças após o parto.

 

Incúria, descaso, desorganização?

 

Para reparação dos danos causados às famílias, a direção do hospital se incumbiu da cirurgia reparadora do pé do garotinho, a pagar, a título de indenização às famílias, despesas com pediatria, alimentação e equipamentos (carrinhos, cadeirinhas e outros acessórios para a mobilidade das crianças) até a idade de seis anos. O acordo foi registrado em cartório.

 

As duas famílias se tornaram amigas.

 

Moral da história

 

'Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe’












 

daguinaga

Nenhum comentário: